Como funciona o chip com litografia ultravioleta extrema (EUV)

Autor: 
Kevin Bonsor

O silício foi o principal responsável pela explosão da tecnologia no mundo por quase meio século, mas os fabricantes de microprocessadores já tiraram tudo o que havia para se tirar deles. A atual tecnologia usada para fazer os microprocessadores já começou a alcançar seus limites. Os fabricantes de chips vão ter de olhar para outras tecnologias para comprimir mais os transistores em silício e chips mais poderosos. Muitos já estão de olho na litografia ultravioleta extrema (EUVL) como um modo de ampliar a vida do silício.


Foto cedida por Sandia National Laboratories
Esse disco foi padronizado em um protótipo de dispositivo que utiliza litografia ultravioleta extrema (EUVL)

O atual processo usado para compactar mais e mais transistores em um chip é chamado litografia ultravioleta profunda, que é uma técnica como a da fotografia, que enfoca a luz através de lentes para gravar os padrões de circuitos em discos de silício. Os fabricantes estão preocupados com o fato de que essa técnica logo se tornará problemática, quando as leis da física interferirem.

Usar a luz ultravioleta extrema (EUV) para gravar os transistores em discos de silício tornará os microprocessadores 100 vezes mais rápidos do que os chips mais poderosos da atualidade, e os chips de memória com aumento similar na capacidade de armazenamento. Neste artigo, você vai aprender sobre a atual técnica de litografia usada para fabricar chips, e como a Litografia Ultravioleta Extrema (EUVL) vai espremer ainda mais os transistores sobre os chips.