A natureza é absolutamente incrível quando se trata da reprodução humana. Existe um sistema especificamente projetado para gerar filhos diferentes uns dos outros.
Um indivíduo tem um conjunto de cromossomos. Cada cromossomo contém duas metades que se unem e que se parecem com um "X". De fato, um cromossomo não passa de dois fios extremamente espiralados de DNA (ácido desoxirribonucléico).
As duas metades de cada cromossomo vêm dos pais, ou seja, uma metade do "X" do cromossomo vem da mãe, e a outra metade vem do pai. Cada metade contém um conjunto completo de genes, assim, cada cromossomo tem duas cópias de cada gene: o gene "dominante" será aquele que irá definir as características do indivíduo.
Um espermatozóide e um óvulo se encontram para criar um novo indivíduo. O espermatozóide carrega uma metade dos cromossomos definitivos desse novo indivíduo, e o óvulo contém a outra metade.
Então, a pergunta que surge é: "de onde vem o DNA do espermatozóide e do óvulo?" Cada célula no pai contém um conjunto completo de cromossomos em formato de "X" que são exatamente iguais. O mesmo ocorre com a mãe. Os cromossomos do pai vêm de seu pai e de sua mãe, e os da mãe vêm do pai e da mãe dela. Para formar uma célula de espermatozóide, somente uma metade do "X" contribui. Mas, qual metade? É aqui que a natureza faz a parte especialmente maravilhosa. Ao formar células de espermatozóides, o corpo do pai aleatoriamente escolhe genes das duas metades dos cromossomos do pai. Isso significa que cada célula de espermatozóide contém uma mistura aleatória dos genes herdados dos pais do pai. A mesma coisa acontece com a formação dos óvulos. Portanto, cada filho que um casal produz é uma mistura aleatória dos genes dos avós paternos e maternos.
Mais links interessantes:





