A espinha dorsal do sistema operacional

Autor: 
Dave Coustan and Curt Franklin


Nem todos os computadores têm sistemas operacionais. O computador que controla o forno de microondas da sua cozinha, por exemplo, não precisa de um. Um forno de microondas realiza um conjunto bastante específico de tarefas e as informações de entrada são bastante simples (um teclado numérico e alguns botões com ações pré-definidas). O hardware também é simples e nunca muda. Para um computador como esse, um sistema operacional seria completamente desnecessário. Isso aumentaria os custos de desenvolvimento e produção e complicaria um processo que é bastante simples. O computador de um forno de microondas sempre executa o mesmo programa codificado por hardware.

Em outros dispositivos, o sistema operacional cria a possibilidade de:

  • realizar uma variedade de tarefas;
  • interagir com os usuários de forma complexa;
  • acompanhar as necessidades que mudam com o tempo.

Todos os computadores de mesa têm sistemas operacionais. Os mais comuns são os da família Windows, da Microsoft, o OS X, sistema operacional do Macintosh desenvolvido pela Apple, o Linux, sistema operacional desenvolvido por Linus Torvalds e pela comunidade de desenvolvedores de software open source,  e a família UNIX de sistemas operacionais (que foram desenvolvidos por uma série de pessoas, empresas e colaboradores). Existem ainda centenas de outros sistemas operacionais desenvolvidos para aplicações específicas como mainframes, robótica, manufatura, sistemas de controle em tempo real e etc.