Como funciona o Wet'n Wild

Autor: 
Cíntia Costa

parques de diversão

­­Em dias escaldantes de verão, o parque aquático Wet’n Wild, localizado em Itupeva, no interior de São Paulo, se transforma em oásis para quem mora longe da praia e ou não é muito fã de areia e mar.

O equilíbrio entre as atrações passivas, como uma piscina de ondas, e brinquedos radicais, como os escorregadores altos e íngremes (com velocidade de queda que chega a 51 km/h), garante diversão e relaxamento para famílias inteiras. Dos mais novos aos mais velhos. Não é sequer preciso saber nadar para brincar no parque. São 12 atrações, e apenas duas delas exigem esse conhecimento.

O clima também agrada: a temperatura anual média da região é de 24ºC, fator decisivo para que a cidade de Itupeva fosse escolhida para sediar o parque inaugurado em 1998 e que é uma filial da rede norte-americana homônima criada por George Millay, que também fez o Sea World, parque aquático em Orlando, na Flórida.

 

Piscina de ondas do Wet'n Wild de Orlando
Wet'n Wild/Divulgação
Piscina de ondas do Wet'n Wild de Orlando, que foi reproduzida no Brasil

Anualmente, centenas de milhares de visitantes passam pelos 160 mil metros quadrados de área que o parque ocupa. Em 2007, foram 357 mil pessoas que se deleitaram nas atrações aquáticas que, juntas, utilizam 7 milhões de litros de água.

 

Mas toda essa diversão tem um preço. Somando os gastos com transporte,
entradas, estacionamento, alimentação e aluguel de bóias e toalhas, o
passeio não fica nada barato. Numa conta simples, uma família de quatro
pessoas gasta entre R$ 230 e R$ 360 para passar o dia no parque aquático.

O Wet'n Wild tem capacidade para receber até 7.000 visitantes por dia e fica aberto de setembro a maio, sendo que os meses de pico são dezembro e janeiro, época de férias e de muito calor. Nos meses mais frios, em que fica fechado ao público, o parque é utilizado por empresas para treinamentos motivacionais de funcionários e outros eventos corporativos.

Nas próximas páginas, vamos ver quais são as atrações (e as sensações que elas causam), conhecer serviços e opções de alimentação e fazer as contas para saber quanto o passeio pesa no bolso.